Programa de identificação e prevenção do câncer de mama, da Amil, é aprovado pela ANS

Criada em outubro de 2014, iniciativa já atendeu mais de 2.400 mulheres no Paraná

Curitiba/PR (janeiro de 2015) - A Amil acaba de receber a aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para seu programa de prevenção, rastreamento e detecção precoce de câncer de mama em Curitiba. Segundo previsões do Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima-se que cerca de 3.490 novos casos de câncer de mama tenham sido diagnosticados em 2014 no Paraná, sendo 910 na capital.

A iniciativa foi criada na ocasião do Outubro Rosa para atender beneficiárias dos planos de saúde da Amil na capital paranaense e em alguns municípios da região metropolitana. As beneficiárias com 40 anos ou mais que não se submeteram à mamografia no último ano, identificadas pela equipe de Gestão de Saúde Amil, são convidadas a realizar o exame, conforme diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Somente nos três primeiros meses de programa, 2.442 mulheres já iniciaram o acompanhamento, com auxílio para a marcação de consultas e exames. A expectativa é que, até o fim de 2015, 13 mil beneficiárias já tenham seus dados rastreados. Para este ano, também está prevista a implementação de uma ferramenta tecnológica de classificação de risco que agilizará ainda mais a identificação, o rastreamento e o acompanhamento individualizado das pessoas com maior chance de desenvolver a doença.

“Um dos benefícios dessa iniciativa é informar às participantes a frequência correta de visitas ao especialista, uma dúvida bastante comum. Vale destacar que, a partir dos 40 anos, as mulheres que realizam a mamografia anualmente apresentam um risco de morte por câncer de mama 30% a 40% menor do que aquelas que não a realizam”, explica Helio Rubens de Oliveira Filho, mastologista e coordenador do programa.

Além do trabalho desenvolvido em relação ao câncer de mama, a Amil possui outros sete programas de promoção da saúde e prevenção de doenças ativos, que englobam a identificação de riscos e doenças; o atendimento domiciliar e ambulatorial a idosos; o apoio a gestantes, inclusive àquelas que passam por gravidez de alto risco; a orientação a portadores de doenças crônicas; e o acompanhamento de pacientes com alta hospitalar recente.