Mercado em transformação

Com a perda de mais de 1,7 milhão de beneficiários e a elevação dos custos assistenciais, o mercado de planos de saúde precisa e deve passar por uma transformação que se chama coparticipação. É o que avaliam gestores de operadoras. A modalidade, na qual o beneficiário paga uma pequena parte dos atendimentos realizados, é vista como a principal saída para o segmento voltar a crescer e equilibrar a escalada dos custos médicos, reduzindo desperdícios e viabilizando produtos mais baratos. A Amil, por exemplo, acaba de lançar um plano no Rio de Janeiro e em São Paulo: o Amil Life. Com ele, a empresa pretende popularizar a coparticipação e a atenção médica primária entre pequenas e médias empresas – segmento que vem sofrendo para arcar com os custos da saúde. A previsão é elevar as vendas dessa modalidade ainda no segundo semestre de 2016. No último ano, a Amil registrou crescimento de 17,7% da receita.