Combate às fraudes

São Paulo, SP (abril de 2017) - De janeiro a março deste ano, após o lançamento de canais oficiais de combate à fraude, a Amil, a maior operadora de planos de saúde do Brasil, registrou mais de 1.100 denúncias. Desse total, 9% foram confirmadas como fraude, abuso ou desperdício.

No momento, um dos focos de mobilização da Amil contra a fraude é o público corretor. Para combater as vendas ilegais, a empresa se faz valer de advertências e até do descredenciamento do profissional, se for o caso. Essa penalidade máxima tem sido adotada para corretores que induzem clientes potenciais a criarem um registro de Microempreendedor Individual (MEI) com o único objetivo de contratar um plano de saúde coletivo.

Desde abril de 2016, para ter acesso a essa modalidade de plano coletivo empresarial na Amil, são exigidos, pelo menos, três meses de registro de CNPJ; uma carta assinada pelo cliente, na qual ele confirma estar ciente de que está contratando um plano empresarial; e uma declaração, reconhecida em cartório, que certifica as finalidades empresariais da pessoa jurídica.